- minhas fantasias.
- pode me contar sobre alguma?
- não.
- por que não?
- por que é muito... pessoal.
- sinto no dever de lhe lembrar Daniel, que tudo que você fala aqui é confidencial. Pode me contar qualquer coisa. Não vou julgar.
Daniel refletiu por um momento.
- bem... imagino que estou assassinando o meu pai.
- compreendo - disse o doutor. Ele parecia não ter gostado da resposta - e você sente algum remorso por isso?
Ele deu mais uma tragada no cigarro.
- não.

Nenhum comentário:
Postar um comentário