sábado, 1 de agosto de 2015

A festa lembrava Daniel do carnaval em Roma, que Poe descreveu em um dos seus contos favoritos. Era interessante usar máscaras. Ele gostava de esconder o rosto.

Imaginou que todos poderiam estar nus, entre vinho e orgias, e ele, de terno, as pernas cruzadas, os óculos escuros, o voyeur que ninguém amava, queimando o cigarro na língua.

 


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