Privilegiados de Raquel Rodrigues completo no Widbook:
Raquel Rodrigues - autora de PRIVILEGIADOS http://editoramultifoco.com.br/loja/product/privilegiados/
sexta-feira, 14 de agosto de 2015
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
PRIVILEGIADOS na editora Multifoco
Adquira o livro PRIVILEGIADOS de Raquel Rodrigues no site da editora Multifoco:
sábado, 1 de agosto de 2015
Eles transaram em uma noite escaldante. Vítor estava nu, fumando um cigarro e observando da janela a rua pouco movimentada.
- deviam pintar você - comentou Daniel fascinado.
- o quê?
- alguém devia pintar você.
Vitor jogou o cigarro fora.
- estou cansado de trabalhar naquela casa - disse ele se juntando a Daniel na cama - vamos virar modelos.
Daniel sorriu com o absurdo.
- eu não posso ser modelo.
- claro que pode. Você é lindo. Vamos fugir.
E eles começaram de novo, famintos e insaciáveis. Vitor masturbava Daniel enquanto o penetrava com os dedos e depois de fazê-lo gozar ordenou que Daniel fizesse o mesmo nele.
- deviam pintar você - comentou Daniel fascinado.
- o quê?
- alguém devia pintar você.
Vitor jogou o cigarro fora.
- estou cansado de trabalhar naquela casa - disse ele se juntando a Daniel na cama - vamos virar modelos.
Daniel sorriu com o absurdo.
- eu não posso ser modelo.
- claro que pode. Você é lindo. Vamos fugir.
E eles começaram de novo, famintos e insaciáveis. Vitor masturbava Daniel enquanto o penetrava com os dedos e depois de fazê-lo gozar ordenou que Daniel fizesse o mesmo nele.
Evelyn passara a festa inteira observando a todos com os olhos. Suas mãos tateavam no escuro, á procura de algo, ela não sabia o que era.
Quando o show terminou ela foi convidada por um desconhecido para ir até a sua casa. Não sentia a menor vontade de transar, mas que se dane. Talvez fosse divertido.
A banda e mais algumas garotas caminhavam pelas ruas. Evelyn começou a chorar. Fumava um cigarro enquanto as meninas cantavam a última música que eles haviam tocado.
Quando o show terminou ela foi convidada por um desconhecido para ir até a sua casa. Não sentia a menor vontade de transar, mas que se dane. Talvez fosse divertido.
A banda e mais algumas garotas caminhavam pelas ruas. Evelyn começou a chorar. Fumava um cigarro enquanto as meninas cantavam a última música que eles haviam tocado.
Eduardo estava em seu quarto, na frente do espelho, passando batom. Usava uma meia calça preta rasgada que havia roubado da avó. Uma saia azul, sapatos vermelhos e um casaco de pele. Não iria usar aquela camiseta xadrez e careta que a mãe havia sugerido. Provavelmente ela o faria colocar por baixo da calça. Nem pensar.
Para evitar insultos, pulou a janela. Na rua, passou um grupo de meninos por ele. Começaram a chamá-lo de viado, bicha e outras coisas. Ele ignorou com todo o glamour.
Para evitar insultos, pulou a janela. Na rua, passou um grupo de meninos por ele. Começaram a chamá-lo de viado, bicha e outras coisas. Ele ignorou com todo o glamour.
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